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PROTETOR SOLAR PARA O SEU PET: FRESCURA OU QUESTÃO DE SAÚDE?


Estamos em pleno verão, que é a estação mais quente do Brasil, com dias bastante ensolarados, termômetros nas alturas e sensações térmicas que, em determinadas regiões, superam os 40 graus. Para enfrentar o excesso de sol os dermatologistas são unânimes em recomendar que as pessoas tomem muitos cuidados a fim de evitar danos para a saúde, como queimaduras e o câncer de pele, entre outros males. 

Não se pode abusar do sol, da mesma forma em que não é possível viver sem ele. Por isso a melhor combinação é mesmo o uso de protetores de boa qualidade com a observância aos horários mais apropriados para a exposição. Mas será que esses cuidados também devem prevalecer no reino animal, em especial os bichos de estimação? Se você respondeu que sim, parabéns! 

Assim como seus donos, cães e gatos precisam de banhos de sol para a síntese da vitamina D. Pode até parecer frescura, mas eles também necessitam de protetor solar porque são vulneráveis às queimaduras e ao câncer de pele. Por incrível que pareça, a pele deles é mais sensível à radiação que a nossa. Segundo os veterinários, o produto deve ser aplicado em regiões com menos pelo ou sem pelo, como ponta do focinho, focinho, lado interior das orelhas, barriga e patas. Os cães de pelo curto, tosados ou de mucosas claras são os que exigem mais cuidados. 

Existem protetores próprios para eles, mas se você preferir pode usar aqueles que são produzidos para os humanos, preferencialmente os que são indicados para peles sensíveis ou infantis sem zinco. 

O filtro deve ser reaplicado a cada duas horas e o fator de proteção solar tem que ser a partir de 30. Uma das dificuldades é evitar que os cães lambam o protetor antes da absorção, por isso o ideal é recompensá-los após a aplicação, seja com palavras de incentivo, um passeio e quem sabe até com alguns petiscos. 

Outro aspecto importante, que você deve levar em consideração, é que o protetor solar por si não basta. De nada vai adiantar você passar o produto e deixar o animal exposto ao calor, principalmente entre as 10h e 15h. Sol quente demais pode levar à insolação, provocando convulsões até a morte. Lamentavelmente situações assim continuam acontecendo especialmente no verão, em locais sem sombra ou quando o animal é deixado dentro do carro. Portanto, olho vivo!

 

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