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ESTÁ NA HORA DE VOCÊ SABER MAIS SOBRE A CINOMOSE


O Dr. Bicharada nos informou que a Cinomose é altamente transmissível através da urina, fezes, secreções orais como saliva, secreções respiratórias e gotículas de aerosol contaminadas. Os sinais clínicos não são específicos, mas os mais comuns são febre, falta de apetite, secreção ocular bilateral purulenta, tosse e secreção nasal, pústulas abdominais, hiperqueratose do coxim plantar e do focinho, vômito, diarreia, falta de coordenação motora, tremores e convulsões. Logo na primeira suspeita da doença, você deve procurar um médico veterinário.

Uma vez diagnosticada a doença, deve-se evitar o contato do seu com outros cães devido ao caráter infectocontagioso. É imprescindível que o tratamento seja iniciado imediatamente, pois assim as chances de sucesso serão maiores. Se a Cinomose evoluir sem que o cão receba tratamento adequado, pode haver danos neurológicos o que, muitas vezes, culmina com sequelas e perda da qualidade de vida e até mesmo óbito. Importante ressaltar que o cão em tratamento pode continuar a disseminar o vírus.

Prevenção

A melhor alternativa contra a Cinomose é a prevenção através da vacinação, mas o esquema (calendário) deve ser instituído pelo veterinário que levará em consideração características inerentes do indivíduo e do ambiente. Abaixo um exemplo de um esquema vacinal (Vacina polivalente com proteção contra Cinomose, dentre outras doenças):

CÃES FILHOTES: pelo menos 3 doses da vacina polivalente com 3 a 4 semanas de intervalo entre cada dose.

CÃES COM MAIS DE 4 MESES DE VIDA, SEM HISTÓRICO DE VACINAÇÃO:

2 doses da vacina polivalente com 3 a 4 semanas de intervalo entre cada dose.

CÃES ADULTOS: devem receber reforços pelo menos anuais

Tratamento

Assim que perceber algum sinal compatível com a Cinomose, procure imediatamente um veterinário. É ele quem vai examinar e diagnosticar, além de definir a melhor conduta com relação à doença, orientando o proprietário da melhor forma possível. Porém é importante você saber, desde já, que a sua colaboração será fundamental em caso de confirmação do diagnóstico. Carinho e companheirismo são indispensáveis para que o animal tenha forças para se recuperar.

O cãozinho doente deve permanecer em ambiente bem confortável, sem contato com outros animais, principalmente se esses não tiverem histórico de vacinação adequado. Ele precisa de um local tranquilo e limpo, com temperatura agradável. Cuidados com a higiene do animal também são importantes. Deixe água limpa à disposição, pois a ingestão de líquido é muito importante. Ofereça ao cão uma dieta leve, conforme recomendação do veterinário. Fique atento ao relógio para não atrasar os remédios que serão receitados. E nunca se esqueça que a vacinação é a melhor forma de se evitar esta doença.

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